"Imagino uma escola, lugar de sonhos e fantasias, onde o corpo, faminto de SABER encontre o SABOR da descoberta, o prazer de aprender..."

( Rubem Alves)

APRENDENDO DAS COZINHEIRAS


A se acreditar em entendidos em coisas de outros mundos, já devo ter sido cozinheiro em alguma vida passada. É que tenho um fascínio enorme pelas panelas, pelo fogo, pelos temperos e por toda a bruxaria que acontece nas cozinhas, para a produção das coisas que são boas para o corpo. Não é só uma questão de sobrevivência. Os cozinheiros dos meus sonhos não se parecem com especialistas em dietética.

Interessa-me mais o prazer que aparece no rosto curioso e sorridente de alguém que tira a tampa da panela, para ver o que está lá dentro. Minhas cozinhas, em minhas fantasias, nada têm a ver com estas de hoje, modernas, madeiras sem a memória dos cortes passados e das coisas que se derramaram, tudo movido a botão, forno de micro-ondas, adeus aos jogos eróticos preliminares de espiar, cheirar, beliscar, provar, perfurar... Tudo rápido, tudo prático, tudo funcional. Imaginei que quem assim trata a cozinha, no amor deve ser semelhante aos galos e galinhas, quanto mais depressa melhor, há coisas mais importantes a se fazer. Como aquele vendedor de pílulas contra a sede, da estória do "Pequeno Príncipe". Ir até o filtro é uma perda de tempo. Com a pílula elimina-se a perda inútil. “E que é que eu faço com o tempo que eu perco?" — perguntou o Principezinho.

"...Você faz o que quiser", respondeu o vendedor." — Que bom! Então, é isto o que vou fazer, ir bem devagarzinho, mãos nos bolsos, até a fonte, beber água..."

Quero voltar à cozinha lenta, erótica, lugar onde a química está mais próxima da vida e do prazer, cozinha velha, quem sabe com alguns picumãs pendurados no teto, testemunhos de que até mesmo as aranhas se sentem bem ali.

Nada melhor que o contraste. A sala de visitas, por exemplo. Lá no interior de Minas, faz tempo. Retrato silencioso oval do avô, na parede; samambaia no cachepô de madeira envernizada; porta-bibelôs; as cadeiras, encostos verticais, 90 graus, para que ninguém se acomodasse; capas brancas engomadas pra que nenhuma cabeça brilhantinosa se encostasse; os donos dizendo em silêncio "está mesmo na hora", enquanto a boca mente dizendo "ainda é cedo", na hora da partida, junto com as recomendações á tia Sinhá (porque toda família tinha de ter uma tia Sinhá). Aí a porta se fechava, e a vida recomeçava, na cozinha...

A porta da rua ficava aberta. Era só ir entrando. Se não encontrasse ninguém não tinha importância, porque em cima do fogão estava a cafeteira de folha, sempre quente, para quem quisesse. Tomava-se o café e ia-se embora, havendo recebido 0 reconforto daquela cozinha vazia e acolhedora. Eu diria que a cozinha é o útero da casa: lugar onde a vida cresce e o prazer acontece, quente... Tudo provoca o corpo e sentidos adormecidos acordam. São os cheiros de fumaça, da gordura queimada, do pão de queijo que cresce no forno, dos temperos que transubstanciam os gostos, profundos dentro do nariz e do cérebro, até o lugar onde mora a alma. Os gostos sem fim, nunca iguais, presentes na ponta da colher para a prova, enquanto 0 ouvido se deixa embalar pelo ruído crespo da fritura e os olhos aprendem a escultura dos gostos e dos odores nas cores que sugerem o prazer...

Cozinha: ali se aprende a vida. É como uma escola em que o corpo, obrigado a comer para sobreviver, acaba por descobrir que o prazer vem de contrabando. A pura utilidade alimentar, coisa boa para a saúde, pela magia da culinária, se torna arte, brinquedo, fruição, alegria. Cozinha, lugar dos risos...

Pensei então se não haveria algo que os professores pudessem aprender com os cozinheiros: que a cozinha fosse a antecâmara da sala de aulas, e que os professores tivessem sido antes, pelo menos nas fantasias e nos desejos, mestres-cucas, especialistas, nas pequenas coisas que fazem o corpo sorrir de antecipação. Isto. Uma Filosofia Culinária da Educação. Imaginei que os professores, acostumados a homens ilustres, sem cheiro de cebola na mão, haveriam de se ofender, pensando que isto não passa de uma gozação minha.

Logo me tranqüilizei, ouvindo a sabedoria de Ludwig Feuerbach, a quem até mesmo Marx prestou atenção: "O homem é aquilo que ele come". Abaixo Descartes. Idéias claras e distintas podem ser boas para o pensamento. Também bombas atômicas e as contas do FMI são boas para serem pensadas. Só que não podem ser amadas, não têm gosto e nem cheiro, e por isto mesmo a boca não as saboreia e não entram em nossa carne.

Imitar os que preparam as coisas boas e ensinam os sabores...

A primeira lição é que não há palavra que possa ensinar o gosto do feijão ou o cheiro do coentro. É preciso provar, cheirar, só um pouquinho, e ficar ali, atento, para que o corpo escute a fala silenciosa do gosto e do cheiro. Explicar o gosto, enunciar o cheiro; pra estas coisas a Ciência de nada vale; é preciso sapiência, ciência saborosa, para se caminhar na cozinha, este lugar de saber-sabor. Cozinheiro: bruxo, sedutor. "— Vamos, prove, veja como está bom..." Palavras que não transmitem saber, mas atentam para um sabor. O que importa está para além da palavra. É indizível. Como ele seria tolo se avaliasse seus alunos por meio de testes de múltipla escolha. É assim com a vida inteira, que não pode ser dita, mas apenas sugerida. Lembro-me do mestre Barthes, a quem amo sem ter conhecido, que compreendia que tudo começa nesta relação amorosa, ligeiramente erótica, entre mestre e aprendiz, e que só aí que se pode saborear, como numa refeição eucarística, os pratos que o mestre preparou com a sua própria carne...

A lição dois é que o prazer do gosto e do cheiro não convivem com a barriga cheia. O prazer cresce em meio às pequenas abstenções, às provas que só tocam a língua... É aí que o corpo vai se descobrindo como entidade maravilhosamente polimórfica na sua infindável capacidade para sentir prazeres não pensados. Já os estômagos estufados põem fim ao prazer, pedem os digestivos, o sono e a obesidade. Cozinheiros de tropa nada sabem sobre o prazer. A comida se produz às dezenas de quilos. Pouco importa que os corpos sorriam. Comida combustível. Que os corpos continuem a marchar. Melhor se fossem pílulas. Abolição da cozinha, abolição do prazer: pura utilidade, zero de fruição.

"— Estava boa a comida?"

"— Ótima. Comi um quilo e duzentas gramas..."

Equação desejável, pela redução do prazer à quantidade de gramas. Não deixa de ser uma Filosofia... Como aquela que desemboca nos cursinhos vestibulares e já se anuncia desde a primeira série do primeiro grau. Não se trata da erotização do corpo. Para a engorda tais sensibilidades são dispensáveis. Artifício na criação de gansos, para a obtenção de fígados maiores: funis goelas abaixo e por ali a comida sem gosto. Afinal, por que razão o prazer de um ganso seria importante? Seus donos sabem o que é melhor para eles... Vi nossos moços assim, funis goela abaixo, e depois vomitando e pensando o seu vômito. A isto se chama ver quantos pontos se fez no vestibular...

Entendem por que eu queria uma filosofia culinária de educação? É que temos tornado os criadores de ganso como modelos...


Texto extraído do livro “Estórias de quem gosta de ensinar – O fim dos vestibulares”, Ars Poética – São Paulo, 1995, pág. 133.

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Sou educador e amante da culinária. Sempre gostei da metáfora do saber/sabor apresentada por Rubem Alves. Devo confessar que sou leitor, e fã do Rubem. Pensamos igual a respeito da educação, educar é uma arte assim como a poesia, escultura, música... Mas acredito que a educação está bem próxima da culinária. Pensando nisso associei ao ato de educar ao de cozinhar, pode parecer estranho... Mas em ambos necessitamos dosar, para todos os ingredientes se harmonizem, nem mais, nem menos. E assim deve ser a educação, a dosagem de vários elementos, proporcionando o equilíbrio.
Na cozinha temos salsa, manjericão, cebolinha, alho, tomilho, uma série de temperos. Na educação temos afeto, limite, estudo, brincadeira, elogios, críticas. O dosar é o desafio dos educadores e pais. Assim como o toque de ervas faz uma diferença, esse dosar cria em seu filho o que chamamos de bom comportamento. Nos dias de hoje perdemos esse afeto aos nossos filhos, a cada dia surge uma teoria educacional nova, tentando recriar a roda, no caso a pedagogia.
Sugiro a vocês pais, é esqueçam as teorias, preferia essa dosagem, este tempero na educação dos filhos, essa “pitada” será o diferencial entre o bom filho e o mau filho. Quando os elementos não estão bem balanceados, ficamos sem saber o que é exagero e o que é falta.
Minha educação, por exemplo, foi debaixo de uma jabuticabeira, lá meus pais ensinavam como era a maneira certa de se comportar, éramos ensinados a ouvir, observar, agradecer, e pedir quando necessário. Sabíamos que nossa vida era diferente, não tínhamos uma riqueza, como algumas famílias locais, mas tínhamos o humor, que rimava tão bem com amor. Não nos ensinava apenas a viver, mas a conviver, viver junto, com os iguais, com os diferentes.
A educação é como cozinhar que só se vê o resultado depois do bolo já crescido. Lembre-se educar é apenas uma questão de equilíbrio.
Retirado de http://levandoavidadevagar.blogspot.com/

abra a boca e feche os olhos



BOMBA DE CHOCOLATE

  • 1 XÍCARA DE ÁGUA
  • 1 COLHER (chá) DE SAL
  • 1/2 COLHER DE AÇÚCAR
  • 1/2 XÍCARA DE MANTEIGA
  • 3/4 XÍCARA DE MAIZENA
  • 1 XÍCARA DE FARINHA
  • 4 OVOS
  • MISTURE A MANTEIGA E A ÁGUA E DEIXE LEVANTAR FERVURA.
  • TIRE A PANELA DO FOGO.
  • ACRESCENTE A FARINHA, AÇÚCAR E SAL E BATA ATÉ FORMAR UMA BOLA.
  • ACRESCENTE, UM A UM, 4 OVOS BATIDOS.
  • CONTINUE BATENDO ATÉ A MASSA ENGROSSAR E FICAR BRILHANTE. DEVE CAIR QUANDO BATER A COLHER.
  • FAÇA AS BOMBAS E LEVE A ASSAR POR 25 MINUTOS APROXIMADAMENTE (até dourar).
  • DEPOIS DE ASSADAS, DESLIGUE O FORNO E DEIXE-AS DENTRO, COM A PORTA ENTREABERTA, PARA NÃO MURCHAREM.
  • CORTE-AS E RECHEIE COM NATA BATIDA COM 3 COLHERES DE AÇÚCAR.
  • POR ÚLTIMO, CUBRA COM CHOCOLATE COBERTURA DERRETIDO.
DELÍCIA!!


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NEGA MALUCA


  • 5 OVOS
  • 2 XÍCARAS DE AÇÚCAR
  • 3 XÍCARAS DE FARINHA DE TRIGO
  • 1 XÍCARA DE CHOCOLATE EM PÓ "HARALDI" (50% cacau)
  • 1 COLHER E MEIA (sopa) ROYAL
  • 1 XÍCARA E MEIA DE ÁGUA BEM GELADA.
JUNTAR TUDO NA BATEDEIRA E BATER BEM. JÁ COLOCA ROYAL DESDE O COMEÇO. BATER POR 2, 3 MINUTOS.
ASSAR EM FORMA RETANGULAR, POR APROXIMADAMENTE 35 MINUTOS.

COBERTURA
  • DERRETER 200gr DE CHOCOLATE COBERTURA EM BANHO-MARIA. DEPOIS DE DERRETIDO (AINDA QUENTE), ACRESCENTAR 1 CREME DE LEITE.
  • COM ESSA MISTURA COBRIR O BOLO.
  • POLVILHAR CHOCOLATE GRANULADO.
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BOLO DE LIMÃO

  • 2 PACOTES DE MISTURA PARA BOLO DE LIMÃO (Dona Benta)
  • 2 CAIXAS DE GELATINA DE LIMÃO
  • 1 COPO DE IOGURTE NATURAL
  • 1 COPO (mesmo do iogurte), NÃO BEM CHEIO DE ÓLEO
  • 4 OVOS
  • 1 COLHER E MEIA (sopa) DE FERMENTO ROYAL
BATER BEM NA BATEDEIRA OS OVOS.
JUNTAR A GELATINA E BATER MAIS UM MINUTO.
JUNTAR A MISTURA PARA BOLO, IOGURTE E ÓLEO E BATER BEM DE NOVO. ( o segredo é BATER BEM!)
ACRESCENTAR O ROYAL E LEVAR A ASSAR, FORNO PRÉ-AQUECIDO 200°, POR 35 A 40 MINUTOS.

COBERTURA
  • BATER BEM NO LIQUIDIFICADOR 1 LATA DE LEITE CONDENSADO E O SUCO DE 1/2 LIMÃO "GALEGO".
  • FURAR O BOLO COM UM GARFO.
  • ESPALHAR A COBERTURA E POLVILHAR COM RASPAS DE LIMÃO.
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DOCE DE AMENDOIM COM LEITE CONDENSADO

  • 2 XÍCARAS DE AMENDOIM
  • 3 XÍCARAS DE AÇÚCAR
  • 1 XÍCARA DE LEITE
DEIXAR COZINHAR ATÉ SECAR.
JUNTAR 1 LEITE CONDENSADO E DEIXAR COZINHAR NOVAMENTE, ATÉ DAR PONTO DE BRIGADEIRO.
COLOCAR ÀS COLLHERADAS EM SUPERFÍCIE UNTADA COM MARGARINA.

Quem já provou adorou!


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MACARRÃO CARBONARA

Parte I
  • FRITAR 1 CEBOLA EM UMA COLHER E MEIA DE MARGARINA (deixar branca, sem dourar).
  • JUNTAR 1 LITRO DE LEITE, SAL A GOSTO, NOZ-NOSCADA E MEXER.
  • ACRESCENTAR MAISENA ATÉ ENGROSSAR. DESLIGAR O FOGO. JUNTAR 1 CREME DE LEITE.
Parte II
  • FRITAR 300 gr DE BACON, CORTADO EM CUBINHOS E 1/2 PERNA DE CALABRESA (tirar pele). MEXER SEMPRE PARA NÃO DEIXAR QUEIMAR.
Parte III
  • FERVER A ÁGUA PARA O MACARRÃO. TIRAR UM POUCO DA GORDURA DA PANELA EM QUE FRITOU O BACON E COLOCAR ALGUMAS COLHERES NA ÁGUA FERVIDA.
  • COZINHAR O MACARRÃO. MISTURAR COM O BACON E COM QUEIJO RALADO (mais grosso) E O MOLHO BRANCO.
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SER GAÚCHO... BEM CAPAZ QUE IRIA DEIXAR ISSO FORA DO MEU BLOG...kkkkk


GAÚCHO É:

...morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor;
...é assinar Zero Hora em Nova York;
...é estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha;
...é achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo;
...é comemorar uma revolução que não deu certo;
...é chamar a mulher de prenda;
...é dizer que é fácil fazer churrasco;
...é comer a costela antes da picanha;
...é comer NEGRINHO em vez de brigadeiro;
...é falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro;
...é falar TU em vez de VOCÊ;
...é enviar cartão postal de TORRES;
...é fazer compras no SÚPER rsrs;
...é achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
...é cantar o hino Rio-Grandense com mais EMOÇÃO que o hino nacional;
...é achar que o GUAÍBA é rio;
...é dizer que tomar água à 100º C com gosto de mato é coisa de macho;
...é chamar geleia de CHIMIA;
...é chamar doce de leite de MU-MU;
...é falar roleta em vez de catraca;
...é falar lomba em vez de morro;
...é poder falar tri legal ou muito tri;
...é chamar quarteirão de quadra;
...é chamar semáforo de sinaleira (ninguém entende);
...é falar "capaz" (ninguém entende também);
...é torcer pra qualquer time que esteja jogando contra o time adversário (grêmio ou inter);
...é ficar babando na frente do açougue e achar carne "linda";
...é gostar de passar frio (5 graus e o índio velho vai colocar um moletom);
Outra coisa que só o gaúcho fala é "pechada" quando se refere a uma batida de carros, ninguém entende !!!
Chegar no mercado e pedir: me dá 5 pila de cacetinho e 1 kilo de guisado !! (Muito boa essa).


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Tchê! O Brasil todo é maravilhoso!
Mas saibam porque
somos tão "modestos":

- Deus é gaúcho,
- São Pedro é o capataz,
- O sol é um fogo de chão que se alastrou,
- O Atlântico é salgado porque a indiada daqui batia os espeto perto dos rio,
- O Saara é um deserto porque foi das árvores de lá que vieram os espetos,
- A maior churrascada que se fez, resultou na extinção dos dinossauros,
- A 2ª Guerra se deu por causa que o Turco Salim de Bagé queria tomar conta dos bolichos em Uruguaiana,
- O Rio Grande amado é o único Estado que faz divisa com 3 países: Uruguai, Argentina e Brasil !
- Esses terremotos que andam ocorrendo por aí são decorrência de uns concurso de xula na fronteira...
- E por aí se vai essa porção de terras ao redor do Rio Grande, chamada MUNDO!

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Ser gaúcho é:
Saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho;
É ser franco e direto, nem que isso cause inimizades;
É ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões;

Por isso eu tenho orgulho de ser chamado de

"GAÚCHA".

DOCES LEMBRANÇAS...



Quem me conhece sabe que sou uma pessoa bastante caseira. Apaixonada por artesanato, leituras, músicas ( não foi à toa que casei com um músico kkkkkkkkk), e principalmente, filmes!
Alguns, são filmes antigos, musicais que marcaram nossa geração e nos encantam até hoje.
Estava procurando uma coreografia de dança dos anos 60 para meus baixinhos e encontrei esses vídeos.

Olivia Newton-John e John Travolta ( agora cinquentão, mais lindo do que nunca!) cantam música do filme "Grease" (1978), em festa dos estúdios Paramount, em Hollywood. Desde 1982, os dois não cantavam juntos músicas do filme.

Ah..., precisei postar.



15 MITOS DA EDUCAÇÃO


15 mitos da Educação

1 Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação

A docência não é uma capacidade inata, e sim uma carreira que, como outras, pressupõe esforço pessoal e formação que possibilitem o domínio de aspectos teóricos e práticos ligados à aprendizagem. Só com estudos constantes, planejamento e dedicação, é possível ser um bom professor, ou seja, ensinar todos os estudantes.
"Não é admissível que alguém lecione apenas porque gosta de crianças ou acredita que leva jeito. A docência exige conhecimentos científicos."
Carlos Roberto Jamil Cury, professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
2 A função mais importante da escola é formar cidadãos
Não se pode desvalorizar a cultura escolar propriamente dita para dar mais importância a dimensões extracurriculares. Para dar conta dessa formação tão ampla, a articulação é o caminho.
"As aprendizagens escolares são uma condição fundamental da cidadania. Ninguém é cidadão, de corpo inteiro, se não conhecer a língua e a história, a matemática e as ciências, a filosofia e as artes."
António Nóvoa, educador português e reitor da Universidade de Lisboa.


3 Criança pobre não aprende


Todos podem aprender, independentemente de sua condição socioeconômica. A ideia de que crianças das camadas mais pobres não av
ançam nos estudos é fruto de um déficit histórico do país com a Educação.
Muitas chegaram - e ainda chegam - às salas de aula sem nunca ter tido acesso a livros, revistas e jornais, por exemplo. Esses, no entanto, não são motivos para que haja dificuldades na compreens
ão dos conteúdos,
cabe agora ao sistema oferecer um ensino de qualidade, garantindo a permanência de todos nas salas de aula. A solução é permitir que cada estudante avance do ponto em que está. Ao fim da Educação Básica, espera-se que todos tenham as mesmas oportunidades, independentemente de seu contexto econômico e social. Para que isso ocorra, vários fatores são essenciais: formação inicial e continuada de qualidade para a equipe escolar, infraestrutura, um currículo coerente com a realidade local e um acompanhamento constante.
"A escola é, por excelência, o espaço da garantia da aprendizagem. Se o contexto social dos alunos não contribui, cabe a ela proporcionar as oportunidades necessárias."

Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).

4 Educação se aprende em casa. Cabe à escola apenas ensinar os conteúdos
A escola, além de dar conta do currículo das disciplinas, também é um espaço de socialização, em que se aprendem regras de convivência e o respeito às diferenças. A escola também é responsável por ensinar regras coletivas, que são valorizadas pela cultura da sociedade de que ela faz parte, e que nem sempre são seguidas em casa. É essencial para os estudantes ter outros adultos como referência, além da própria família. O professor, certamente, é um deles e, por isso, pode causar um impacto muito positivo na vida deles.
"Não é justo esperar que os pais, cuja maioria tem escolaridade menor que a dos filhos, ensinem a eles todas as habilidades e competências que precisam ser aprendidas ao longo da vida."
Patrícia Mota Guedes, pesquisadora da Fundação Itaú Social, em São Paulo.
5 Para os pequenos, livros ilustrados e com texto curto são os melhores
Desde cedo, as crianças precisam ter contato com bons livros, não só com belas ilustrações, mas também com narrativas de qualidade. Isso é o que torna a leitura prazerosa. Ouvindo textos maiores e melhores, os pequenos ampliam progressivamente a capacidade de ouvir e de se concentrar. Ao ter a oportunidade de conhecer a boa literatura, eles entendem, de fato, por que vale a pena ler.
"As crianças não devem ser subestimadas, e sim concebidas como leitores plenos desde antes da alfabetização."
Elizabeth D'Angelo Serra, secretária geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
6 Muitas crianças não aprendem porque vêm de famílias desestruturadas.
A existência de um núcleo tradicional - com pai, mãe e filhos - não determina a maior atenção à Educação em casa. Essa atenção pode ser garantida em diferentes estruturas familiares. Todos podem estimular a vida escolar dos filhos desde que saibam como. Conhecendo seus alunos e o contexto social em que vivem, a escola pode ajudar as famílias a reconhecer o valor da assiduidade e garantir um ambiente de aprendizado em casa.
"É mais importante avaliar em que aspectos a família pode contribuir com o aprendizado dos filhos do que a forma como ela está estruturada."
José Francisco Soares, professor titular aposentado da UFMG.


7 Meninos são melhores em Matemática
Todos possuem a mesma capacidade de aprendizagem, independentemente do sexo. Para superar essa realidade, é essencial que tanto a família como a escola deem as mesmas oportunidades e desafios para todos.
"Aprender, independentemente do sexo, é uma questão de igualdade de oportunidades e de direitos."
Daniela Finco, professora do Departamento de Educação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de Guarulhos.
8 Creche é um mal necessário

Mais do que cuidar da criança e alimentá-la, a creche tem como função proporcionar diferentes experiências de socialização a ela. Educação Infantil como um momento educativo, que potencialize o desenvolvimento integral e a socialização.
"A creche não deve ser obrigatória, mas fundamental quando, em casa, não há espaço e materiais adequados para brincar ou a possibilidade de interagir com outras crianças."
Maria Clotilde Rossetti-Ferreira, coordenadora do Centro de Investigações sobre Desenvolvimento Humano e Educação Infantil (Cindedi) da Universidade de São Paulo (USP).
9 A repetência sempre melhora o desempenho

Quanto mais o estudante repete, maiores as possibilidades de que ele seja reprovado novamente ou abandone a escola. Uma escola de qualidade é aquela que leva a todos avançar. Para deteminar o que cada aluno aprendeu, não há dúvida de que é necessário avaliá-lo. A questão é o que se faz com as informações trazidas por provas e outros instrumentos. Reprovar a criança por não ter atingido os objetivos propostos e submetê-la a aulas sobre os mesmos conteúdos, inclusive aqueles que ela já domina, dificilmente vai contribuir para que aprenda mais. Para reduzir o índice de 11% dos que fracassam anualmente no Ensino Fundamental no país, a saída é adotar diferentes estratégias de ensino para que quem apresente dificuldades possa se recuperar durante o ano letivo.
"A repetência não traz benefícios para o aluno. Ele não vai aprender mais ao ser afastado de sua turma e passar mais um ano assistindo às mesmas aulas dadas no ano anterior. É preciso avaliar quais são suas deficiências. Não basta passar de ano. O importante é aprender."
Vera Masagão, pesquisadora e coordenadora geral da Ação Educativa, em São Paulo.

10 Sem a possibilidade de reprovação, os alunos perdem o respeito pelo professor
A reprovação não é um mecanismo de punição, e sim uma medida extrema tomada quando não há possibilidade de o aluno avançar. A autoridade do professor é garantida quando ele trata os estudantes com respeito, domina os conteúdos de sua disciplina e apresenta propostas desafiadoras intelectualmente, que os fazem progredir. Em geral, educadores que recorrem à avaliação como meio de pressão não estão conseguindo tornar a aprendizagem significativa para os alunos. A avaliação deve sempre ser vista como uma forma de verificar o quanto cada um avançou. Se bem elaborada, ela permite identificar as dificuldades dos alunos e, com base nisso, trabalhar para que eles se recuperem em tempo. Assim, a repetência não é mais necessária.
"A escola precisa deixar de buscar os culpados pelo fracasso escolar e passar a partilhar as responsabilidades. A motivação do
s alunos deve ser aprender e não apenas passar de ano." Ana Aragão, pesquisadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Moral (Gepem), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
11 A cópia e a repetição são boas estratégias de ensino
Apenas copiar ou fazer exercícios repetitivos não garante a aprendizagem dos alunos. Apesar de serem práticas comuns em muitas escola, as cópias e outras atividades de repetição por si só não ajudam a criança a avançar. Passar longos textos do quadro para o caderno ou resolver inúmeros exercícios do mesmo tipo consome um tempo precioso da aula, que poderia ser mais bem aproveitado com outras situações didáticas desafiadoras. A ideia não é abolir de vez essas estratégias, mas só empregá-las quando houver contribuição para o aprendizado de determinada habilidade, como jogar várias vezes o mesmo jogo para aprimorar suas estratégias.

"Para aprender não é suficiente repetir um conteúdo ou memorizá-lo. Somente é possível aprender quando há reflexão sobre aquilo que se faz." Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da USP.
12 Trabalho em grupo sempre gera indisciplina
O movimento em classe e a troca de ideias podem gerar barulho, mas isso não é sinônimo de desordem. A atividade em grupo, em muitas situações, é a dinâmica mais eficiente e pode trazer melhores condições de aprendizado. A interação favorece a cooperação, possibilita que os estudantes entendam pontos de vista mais próximos dos seus e até revejam seus argumentos. Em geral, os mais curiosos, questionadores, que levantam dúvidas, trazem informações de seu cotidiano e contrapõem ideias são aqueles que mais aprendem.
"Quando o trabalho em grupo é orientado e supervisionado, os estudantes se sentem envolvidos e dificilmente se dispersam."
Maria Suzana de Stefano Menin, professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), campus de Presidente Prudente.
13 É papel da escola elevar a autoestima dos estudantes
A principal função da instituição é ensinar os conteúdos curriculares. Não é por meio de elogios rasgados e premiações para os que fazem as tarefas mais rapidamente que a garotada vai se sair bem. O aluno se sente capaz quando reconhece que aprendeu algo e, para que isso ocorra, é preciso que o professor saiba o nível em que está cada um. Vale lembrar que aprendemos com os erros e a avaliação eficiente é capaz de apontar em quais aspectos cada um pode melhorar. Somente boas condições de aprendizagem podem contribuir para elevar a autoestima rebaixada em relação ao desempenho escolar insuficiente.
"Muitas vezes, o fracasso escolar é atribuído a problemas emocionais ou psicológicos. Porém a principal causa dele são condições inadequadas de aprendizagem em classe."
Sueli Edi Rufini, professora do Centro de Educação, Comunicação e Artes da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
14 Os alunos aprendem mais quando a atividade é lúdica
Aprender pressupõe um esforço cognitivo e requer força de vontade, disciplina, concentração e dedicação. Atividades dinâmicas e divertidas não garantem, necessariamente, todas essas condições em sala.
O grande desafio da escola é demonstrar a importância do saber na sociedade moderna e o quanto aprender pode ser desafiante e interessante. É dessa sensação que deve vir a satisfação pelo estudo. As brincadeiras certamente deixam os alunos mais animados, mas, se você tem como objetivo levar a turma a aprender os conteúdos previstos em cada disciplina, o melhor caminho é propor situações desafiadoras, que façam sentido para o aluno e valorizem o seu esforço em superar limites.
Para planejá-la, a primeira condição é conhecer o que todos já sabem. Assim, você não apresenta um desafio tão difícil que possa desmotivá-los nem tão fácil que os desestimule a dedicar tempo a ele.
"Brincadeiras e jogos não devem ser utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade. A motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio." Bernard Charlot, professor visitante na pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
15 Conteúdo dado é conteúdo aprendido
Ensino e aprendizagem são processos distintos. O professor ensina, propõe atividades e problemas, mas isso não significa que todos aprendam da mesma forma. Dar conta de todo o programa é um desafio! Por outro lado, não adianta prosseguir com o cronograma se os alunos não estiverem entendendo. Seguir para o próximo assunto e ignorar aqueles que estão com dificuldade pode trazer impactos cada vez mais difíceis de superar. Quando necessário, é preciso voltar ao mesmo assunto com outras formas de abordagem.
"Não é possível culpabilizar o aluno pelo fracasso. Se o contexto social não é favorável, o investimento educacional precisa ser maior."
Telma Weisz, supervisiona o programa Ler e Escrever, da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

(IN)CERTEZAS QUE NORTEIAM NOSSA PRÁTICA...

O QUE ENSINAR, COMO ENSINAR E PORQUE ENSINAR?


1. Visar sempre à expressão criadora;
2. Estar sempre com as aulas planejadas;

3. Estar sempre preparada para mudar meu planejamento;
4. Potencializar a performance dos meus alunos;
5. Lembrar sempre que arte sem contexto histórico é arte sem memória;
6. Não existe expressão sem conteúdo!

7. Imaginação!

8. Emoção!
9. Comprometer-me com a sociedade em que vivo e com minha ação educativa;
10. Olhar para o fundo dos meus alunos, das suas relações, dos seus modos de vida;
11. Promover uma educação significativa através de conceitos significativos;

12. Facilitar processos de singularização;
13. Construir, des-construir e re-construir;

14. Integrar currículo e cultura;
15. Pesquisar sempre e tudo; 16. Comprometer-me com a libertação da dominação;
17. Celebrar o pluralismo e a diversidade;
18. Promover desenvolvimento cognitivo;

19. Jogar no mesmo time dos meus alunos e não no oposto e, finalmente
20. Ser feliz!

Professora Ilana Assbú Linhales Rangel, graduada em Educação Artística e mestra em Educação pela Puc-RJ.

PÁGINAS DA VIDA...

"Num beijo recebido dessas criaturinhas maravilhosas, somos capazes de encontrar a paz que tantas vezes buscamos."


Adorooooooooooo!!!


Daquí a cem anos...

"Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.”

Autor desconhecido

Guirlandas

Fiz essa guirlanda para presentear a princesa Júlia. Que vai ser pra sempre da prô Vera.... Linda!



Essas já tinha feito há mais tempo, para minha mãe e meu sobrinho, torcedor do "Guemo" kkk


FESTA PARA OS ANIVERSARIANTES DO 1º SEMESTRE




Aconteceu nesta quinta-feira a festa para os alunos que fazem aniversário de janeiro a junho.
Com direito a bolos, salgados, doces e refrigerantes, a data não poderia ser mais gostosa, pois coincidiu também com o fim do primeiro semestre de aulas, o que garantiu uma dupla comemoração de todos.









"PALAVRAS DE CRIANÇA. PARA GUARDAR EM MEU CORAÇÃO...

Essa "cartinha" quem me deu, foi a aluna Jaqueline, 2º 02.
Estou postando-a como recebi, pois fazendo a digitalização, fica difícil a leitura.

PRO VERA OGE EU ESTOU FELIS NA ESCOLA PORQUE SEI LER EU ADORRO LER MAS PRO EU TE ADORRO EU FIS UM TRADALINHO MUITO LEGAU MAS E UMA BELESA. EU ADORO FAZER TRABALINHO TIPO COM PAPELAM TIPO FORMIGINHA COM PERNINHAS. EU PASEI AUGUS DIAS FAZENDO LIBRAS E VOGAU DE LIBRA EU ADORRO IR PARA A ESCOLA APRENDER COISAS LEGAIS TIPO ESCREVER COISAS EMPORTANTE SOBRE PEIXES? OU A OVELINHA CHAMADA MARIA SEGE AS OUTRAS MAS NAVERDADE EU GOSTO DE TODOS TRABALINHOS MAS OQUE EU MAIS GOSTO É DE FESTA JOLINA E TAMBE EU GOSTO DA PROFESORA VERA??? E DOS MEUS AMIGOS E DE TODOMUNDO E A CREDITE EU FICEI UMAVES FICEI COM DOR DE CABESA MAS ÉRA NA SALA DA ALESANDRA ATÉ QUE EU FUI LANA FRENTE FALA AI FICO CERTO. SÓ.

INVERNO



Era uma vez um lobo, velhinho e esfomeado, que recebeu inesperadamente a visita de uma ovelhinha.
Mal olhou para ela, começou logo a planear um belo ensopado.
Mas a ovelhinha não queria ser o jantar do lobo.
Na verdade, o que ela queria mesmo era... ser apenas amiga dele!




Vento Minuano


Minuano chegou assobiando Varrendo tudo lá por foraEstá as noites congelando
É sinal que é chegada a hora...


De vestir o pala quentinho
De contar causos em volta do fogão
Do calor ficar aconchegadinho
Sorvendo o amargo chimarrão.
No galpão se reúne a peonada
Cantando para espantar o frio

E a sanfona toda floreada
Chora ao ronco do bugio. Logo os campos estarão
Brancos recobertos de geada
Parecendo uma manta de algodão Fininha e muito gelada.
O pelêgo que serve de colchão O gaúcho carrega sempre consigo
No lombo do pingo guardião
Escudeiro e melhor amigo.


Sair pelas manhãs quebrando o gelo

Essa é a vida do gaúcho
Em seu pingo companheiro que tem zelo
Que com ele aguenta o repucho.

Do frio eu não gosto não
Adoro a alegria do verão

Meu torrão trago no coração

Tenho orgulho da minha tradição

De ser gaúcha eu não abro mão!


♫Carol Carolina


Lista de palavras:

1° - EM GRUPO
2° - ESCRITA NO CADERNO
3° - NO QUADRO E FORMAR PAINEL.



PEIXES COM APARAS DE LÁPIS




SÃO JOÃO, SÃO JOÃO. FESTA BOA, VIVA SÃO JOÃO!








CONVITES PARA NOSSA FESTA JULINA.












ÓI NÓIS FAZENDO OS CAIPIRINHA AÍ!!

A festa junina não tem cara de festa junina sem a sua decoração típica com bandeirinhas penduradas pelo salão, as barraquinhas em volta do pátio, a fogueira para esquentar os visitantes, o pau de sebo e as vestimentas caipiras.

As crianças adoraram confeccionar os bonecos em sala de aula e abusaram da sua criatividade para fazê-los. Para tanto, distribuí os moldes e eles criaram seus casaizinhos: meninos, noivas...



ATIVIDADES DE LEITURA E ESCRITA Noite da festa - Entrada principal da escola


Teve até bonecos para colocar o rosto e tirar fotos


Enfeites de mesa






COMEÇAR DE NOVO...

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