"Imagino uma escola, lugar de sonhos e fantasias, onde o corpo, faminto de SABER encontre o SABOR da descoberta, o prazer de aprender..."

( Rubem Alves)










































































CRIANDO FORMAS EXPRESSIVAS

Companheiro de brincadeira da criança dentro e fora da sala de aula, o desenho libera e exercita a sua imaginação, fazendo-a criar outras realidades. A linguagem pictórica proporciona uma aprendizagem rica em desafios, respeitando a espontaneidade e criatividade da criança; que quando desenha, se utiliza de imagens que nascem da observação, da memória  e da imaginação.

"A CRIATIVIDADE CONSISTE APENAS EM PERCEBER O QUE JÁ ESTÁ LÁ.

" Dei às crianças uma folha com um traçado inicial, e a partir dele, deveriam criar seus desenhos.  Precisa dizer mais alguma coisa?...

















Já parou para pensar quantas pessoas no mundo carregam o mesmo sobrenome que o seu? E de onde ele veio? Que tal conhecer de uma forma divertida suas relações familiares?
A minha, a sua, a nossa história começa assim: conhecendo pessoas que fazem ou fizeram parte dela (nossos antepassados) e enriquecendo a história de nossas origens.
         Veja o que nossos alunos fizeram para se perceberem como parte de um grupo, de uma família; exploraram a história familiar de cada um e com ajuda dos pais, confeccionaram sua árvore genealógica, nomeando seus familiares e ampliando seus conhecimentos. O nome “árvore genealógica” é dado devido à semelhança entre o crescimento de uma árvore, que tem vários galhos, e o de uma família, que tem vários membros.
         Foram feitas discussões sobre a estrutura de cada família, diferenças entre organização familiar, origens e a diferença entre as pessoas; quem são as pessoas mais idosas, o que sabem sobre essas pessoas? Quantos tios tem, quantos primos? E os avós, como são?
       Com esses questionamentos a criançada ampliou o vocabulário relativo a parentesco e conheceram um pouco sobre as histórias de suas famílias e de seus coleguinhas: ouviram histórias de parentes que já não estão presentes, aprenderam sobre as alegrias e desafios que essas pessoas tiveram. Com isso, muitas dessas pessoas deixaram de ser apenas um nome em um gráfico, mas personagens que ajudaram a formar suas histórias de vida.












         

Minha mamãe canguru


A pequena ovelhinha perdida chamava por sua mamãe. Enquanto isso, Dona Canguru sentia falta de ter um bebê. O que acontece quando as duas passam a conviver como uma família, tendo que lidar com suas diferenças?









COMEÇAR DE NOVO...

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